We went pedaling through Lisbon, the city of the seven hills, where the uphills and downhills are countless. But, you know…it’s not that hard to pedal through the narrow streets of the old city if you have an electrical bicycle. It is the perfect way to wander side by side to the Tagus River, waiting for the sun to go down and meet the sea.

But what we experimented is much more than a pedaling tour… actually, it is a feeling that we belong to this city, that we know all its alleys, coffee houses and the typical taverns, commonly referred to as “tascas”. It is a tour to discover gastronomy and the mysteries of portuguese cuisine.

We started our tour in the Baixa district and climbed a little to the old Sé, then we pedaled (comfortably thanks to our electric bikes) all the way down and stopped at the doors of Alfama. It was time to rest a bit, get to know a few historic facts and have a refreshing drink. This is the best thing to do before climbing this quarter, originally built by the Moorish.

To get to Graça is to feel the sky closer to our heads. You reach the top of this Lisbon hill, and you will see the city in its entire splendor, laid down at your own feet. Dazzled by the view, it was time to try the well-known portuguese pie, “empada”.

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As we all know, after reaching the sky, the only way is down. And that’s exactly what we did, passing through Mouraria quarter, in which Mr. Antonio served us the best “Ginjinha” of Lisbon. His portuguese sweet liqueur made from sour cherries, provided us with renewed energies to climb Chiado and find our way down to Cais do Sodré. Feel like an artisanal ice-cream? This is the perfect place!

The way back is filled with melancholy… with the Tagus River by our side it is pretty easy that you accidently learn the meaning of “saudade” since you will be missing all this already!

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Pedalar por Lisboa fora e parar apenas onde se conforta a alma!

Saímos por aí a pedalar… naquela que é a cidade das setes colinas, onde as subidas e descidas são de perder de vista. E é tão bom ter uma bicicleta eléctrica para calcorrear as ruas estreitinhas desta Lisboa antiga, para terminar de olhos postos no Tejo, seguindo o movimento do sol para se encontrar com o mar!

Foi muito mais do que um passeio de bicicleta, foi sentir na pele o que é ser lisboeta, percorrer os seus trilhos e parar nos seus cafés e esplanadas, demorar uns minutos nas velhas “tascas” de petiscos. Apreciar o que de mais tradicional tem a nossa gastronomia e descobrir, pouco a pouco, que segredos se têm escondido nestas cozinhas!

O nosso passeio começou na Baixa, e em poucos minutos estávamos frente à Sé. Daí é sempre a descer até darmos por nós frente à Casa do Bicos. Um minuto até chegar às portas de Alfama, ouvir um pouco de história e beber algo gelado!

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E subir Alfama? Como tudo é mais fácil com uma bicicleta eléctrica…, foi chegar mais perto do céu de Lisboa, para ter na Graça uma cidade inteira estendida aos nossos pés. Merecíamos um minuto na esplanada para contemplar a vista, para acompanhar: uma típica empadinha!

E depois de tanto subir só nos resta mesmo descer! E assim entrámos na Mouraria à descoberta da melhor das ginjinhas. Na tasquinha do Sr. António, ganhámos forças para uma nova subida até ao Chiado, para logo a seguir descobrir cá em baixo o Cais do Sodré. E aqui, que tal um gelado artesanal?

Voltar já contém em si uma certa melancolia… e fazê-lo junto ao Tejo deixa-nos no peito a nossa tão famosa “saudade”.